Para aqueles que já leram a série de livros “A Torre Negra” de Stephen King (aliás uma excelente obra, que por sinal me falta no momento ler o último dos livros) sabem do que se trata Ka.
Ka seria o que nós conhecemos como “destino”. É tudo aquilo que está fadado a acontecer, queira você ou não.
Ka existe pra tudo na vida, inclusive para o amor. E esse tipo de amor é o que acontece com aquela pessoa menos provável, ou naquela circunstância totalmente adversa.
É aquele amor que você pode até não achar possível, mas independente das condições supera um monte de coisas e pra sua surpresa, acontece.
Em oposição a este tipo de amor, existe o amor de conveniência. Sabe aquele amor que poderia nem acontecer, mas ambos estavam lá, sozinhos… Sem nada pra fazer. Além do mais os dois combinam em várias coisas, têm os mesmos gostos e todo mundo acha que formam um casal “bonitinho”. Daí surge um amor de conveniência. Aquele que não é avassalador, que não te faz cometer loucuras, mas faz você estar com alguém. Esse tipo de amor é mais comum de se ver por aí.
Já amor de Ka não. Esse chega feito um furação, muda sua vida, muda suas crenças.
Faz você acreditar que tudo é possível e que o mundo te pertence.
E não que um seja melhor que o outro. Estar com alguém por conveniência nesse caso não necessariamente é algo ruim. Afinal é complicado encontrar essa pessoa que te faz sentir paz apenas por saber que ela existe no seu mundo.
Mas feliz daquele que já teve a oportunidade de experimentar toda a força de um amor de Ka.
é verdade é de virar a cabeça