Após um merecido sono, acordamos relativamente tarde e seguimos para uma casa de câmbio para trocar doláres.
Cidade bem normal, parecida com qualquer outra no mundo. Sem grandes atrativos, começo a me perguntar porque um amigo meu disse que eu TINHA que ir a Cartagena se fosse à Colômbia.
Perguntamos pela rua que procuramos e a moça da farmácia indica: “Siga essa avenida, atravesse o sinal, vire a esquina e siga por 4 quadras.”
Caminho seguido e ao virarmos a esquina entendo imediatamente a frase: “Você TEM de ir a Cartagena.”
Rapidamente descobrimos que estamos no chamado Centro Histórico de Cartagena. Um lugar com todo o estilo de cidade do interior de Minas Gerais mas com um charme e uma originalidade que acho difícil encontrar em qualquer outro lugar do planeta. Trata-se sem dúvida de um lugar único.
Para chegar à casa de câmbio demoramos cerca de 3 horas só passeando e tirando fotos das pessoas, das contruçoes, das sacadas com belas flores, da antiga muralha que cerca o Centro Histórico, de tudo…
Dinheiro em mãos, voltamos ao hotel para um banho e partimos para um restaurante, para saborear um gostoso peixe ao molho de frutos do mar.
Seguimos para a praça principal e percebemos que a noite Cartagena é um lugar completamente diferente, segundo nos disseram, especialmente na época de Natal.
Pela praça entramos novamente no Centro Histórico pela entrada principal, a Torre do Relógio. Horas de passeios e fotos depois, encontramos um restaurante em frente a um prédio imponente e muito bonito. Perguntamos do que se trata e um dos garçons diz se tratar do Hotel Charleston Cartagena. MUITO gentilmente o garçom nos leva para um tour por todo o hotel que antes era um convento.
OK. A diária do hotel custa a bagatela de R$ 600.00, mas lembram-se que ontem fui dormir convicto de que serei milionário? Pois decidi que sem dúvida voltarei a Cartagena e me hospedarei neste hotel. O lugar é simplesmente um ESPETÁCULO.
Saimos de lá e pegamos uma charmosa charrete que faz o passeio por todo o Centro Histórico.
Depois do passeio encontramos uma pracinha que vimos durante o passeio que conta com uma pizzaria que serve os clientes na praça, tudo muito bucólico e diferente.
Na saída do Centro Histórico paramos no “boteco” do Fidel, um bar famoso por lá, com música local e uma cerveja RUIM.
Voltamos para o hotel admirados com toda a magia que a cidade oferece. E só não vamos dormir dessa maneira, porque a água gelada do hotel nos tira um pouco dessa magia.
Continua…