Acordamos com um intuito. Ir ao Castelo de San Felipe (o maior castelo militar construído pelos espanhóis nas américas) e ao Convento La Popa (o local mais alto e com a melhor vista de Cartagena).
Para tanto precisávamos trocar dólares, infelizmente esquecemos da data e por ser véspera de natal, levamos quase 3 horas caminhando para encontrar uma casa de câmbio aberta.
Com a proximidade do vôo para Bogotá decidimos cancelar a ida nesses lugares, comer algo e fazer o melhor que Cartagena tem para oferecer. Caminhar pelo Centro Histórico.
Mais de 1000 fotos de Cartagena e seguimos de volta ao hotel para preparar a saída para o aeroporto.
Táxi encontrado e rumando para o aeroporto, pela primeira vez nessa viagem partimos com pesar. Não pensando nas cidades que virão, mas na cidade que deixámos para trás. De tudo, uma certeza: um dia voltarei a Cartagena; e uma recomendação: se tiverem oportunidade, não deixem de visitar essa cidade.
Esqueçam as FARC, esqueçam a propaganda ruim que é feita da Colômbia e do tráfico. Acreditem em mim e um dia na vida de vocês, visitem a cidade de Cartagena.
No aeroporto, tudo certo para o embarque e somos adiantados para um vôo um pouco mais cedo.
Entramos no avião e seguimos para a capital da Colômbia, para uma visita rápida de menos de 24 horas.
E para todos aqueles que reclamam das barrinhas de cereais ofercidas pela Gol, saibam disso. A Avianca oferece uma bebida (suco, refrigerante, água ou café) e NADA MAIS!!!
Cerca de 1 hora depois chegamos ao aeroporto de Bogotá e de cara uma propaganda nos chama a atenção: “Colômbia, o único perigo é querer ficar.”. Sorrimos e temos a certeza de que a propaganda tem um grande fundo de verdade.
Táxi até o centro, hotel acertado, mochilas deixadas e seguimos a indicação do taxista que nos recomendou visitar o Teleférico de Montserrat, próximo ao hotel em que ficamos. Rumamos para lá a pé, mas no caminho uma chuva persistente e uma neblina forte no morro do teleférico nos faz desistir da idéia.
Por indicação de seguranças da “Universidade dos Andes” (que com um orgulho bonito de se ver, dizem se tratar da melhor universidade das américas) pegamos um ônibus (bem no estilo dos de Curitiba) que circula por toda a cidade.
Numa primeira vista Bogotá não parece nada além de uma cidade grande, como tantas outras.
Descemos na estação em que subimos e seguimos por uma avenida a procura de Internet e um local para comer. Como já está a noite e é véspera de Natal, fica difícil encontrar lugares abertos. Após andar bastante encontramos um Cyber aberto e na sequência um restaurante pequeno, mas acolhedor.
Entramos e minha namorada pede Alcachofras Gratinadas e eu uma Lasanha. Infelizmente não me recordo o nome do restaurante. Mas tivémos sem dúvima alguma a MELHOR refeição de Natal da vida. Tudo era excepcionalmente delicioso.
Extasiados e satisfeitos seguimos para o hotel.
Continua…
Olá Wilson,
Me chamo Romannessa,sou graduanda de jornalismo pelo Centro Universitário de Brasília e estou produzindo uma revista de bolso sobre “turismo mochileiro” como projeto de conclusão de curso.
Achei sensacional sua história no Ezeiza e gostaria de publicá-la na revista.
Todas o material da revista será publicado na versão online http://www.revistamochilagem.wordpress.com
Se possível gostaria que você me autorizasse a utilizar essa e/ou outras histórias que você possa me indicar ou mandar.
Para contato escreva para mochilagem@gmail.com
Desde já obrigada,
Romannessa Sanches
mochilagem@gmail.com
http://www.revistamochilagem.wordpress.com